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Qual foi a ultima vez que você se divertiu de verdade?
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Um amigo homem não vai se importar se você está gorda ou magra, se você tem cabelo enrolado ou liso, se você é alta ou baixa, não vai se importar se você vai estar com ou sem maquiagem, não vai ficar comentando da sua roupa. Simplesmente não vai se importar com a sua aparência. Eles vão te defender do idiota que quebrou seu coração, eles vão te dar o abraço mais confortante do mundo, eles não vão sentir vergonha de fazer aquelas dancinhas idiotas que vocês inventam, eles vão te dar tapas na cabeça, vão te chamar de imbecil e de muitos outros apelidos, e o principal, eles não são falsos. Nunca te xingam pelas costas, sempre te xingam na sua frente. E ainda tem gente que me pergunta por quê eu prefiro a amizade de meninos. (hurts-instead, amy)
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Talvez eu seja uma pessoa diferente da qual eu aparento ser. Já pensou nisso? ∞
via gabrielayuyi-deactivated2012121 por fukingperfect 2841 Source Reblog this!
via 26marc-h por unbacked 853 Source Reblog this!
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Eles só tem a nós, e não reclamam.
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Bom mesmo, é quando somos inocentes e o preconceito, simplesmente, não existe. (kmks)
via gabrielayuyi-deactivated2012121 por h-ollyshit 29531 Source Reblog this!
“Confesso que eu sou um poço de sentimentos, um poço bem fundo. Tenho todos tipos de sentimentos, alguns que nem eu sei quais são. Chega um momento em que esse poço se enche, fica transbordando. E o único jeito que eu tenho de tirá-los de lá de dentro é escrevendo. Ou tentando escrever. Mas tem vezes que meus sentimentos são tão malucos que nenhuma palavra do mundo descreve. Então fico com esse sentimento lá dentro de mim por um longo tempo, fico tentando descobrir que sentimento ele é… Então me dou conta que é amor demais e que palavras não descrevem todo esse amor que carrego dentro de mim.” – (noites em paris)
via gabrielayuyi-deactivated2012121 por menapy 62 Source Reblog this!

“Judith caminhava como se contasse os passos, ou brincava com os pisos das calçadas. Logo, então, avistou um pequeno parquinho. Sentou-se em um banco e começou a observar as crianças felizes a brincar. Instantaneamente sorriu, aquele parquinho era o mesmo onde ela brincava quando criança. Agora os brinquedos não estavam mais tão novos, enferrujados e com uma má aparência. Judith por alguns instantes se viu brincado naquele parque quando criança, seus pais a empurrando num balanço e ela feliz por tudo aquilo. Logo então caiu na realidade. Mas mesmo assim voltou a pensar em seu passado. Em como era feliz. Judith tinha os melhores pais do mundo, até que eles foram tirados de Judith por um acidente de carro. Aquilo foi traumatizante para Judith, viver sem os pais desde os treze anos. Sua mãe não pode conhecer seu primeiro namorado, e seu pai não pode falar que ela era criança demais para namorar. Fazia muita falta para Judith a presença deles. E quando sentou-se naquele banco do parquinho sentiu que a saudade aumentou mais do que o normal. Logo então caminhou até um balanço vazio, sentou-se nele e começou a balançar-se sozinha. Enquanto tentava segurar as lágrimas que queriam sair com esse momento enorme de nostalgia. Judith por fim sorriu. Sorriu por ter uma boa lembrança dos pais. Por ter tido esse momento, por ter os melhores pais do mundo. Judith agora se perguntava por que os pais não são pra sempre?” – (noites em paris)
via gabrielayuyi-deactivated2012121 por menapy 38 Source Reblog this!
o que quero